Amar é Diversificar: Representatividade LGBTQIA+ nas séries

Amar é Diversificar: Representatividade LGBTQIA+ nas séries

Quando o assunto é representatividade LGBTQIA+, as séries de TV estão anos à frente de outras produções e profissões. É necessário dar espaço e ampliar as oportunidades além desses meios, pois às vezes essa representatividade acaba selecionando alguns “representados” e esquecendo de outros. Pensando nisso, selecionamos algumas séries e documentários que celebram o amor, a luta, o respeito e a diversidade.

6 séries que celebram o amor e a representatividade LGBTQIA+

Pose

Essa série essencial se passa no ano de 1987 e tem como cenário os ballrooms do Brooklyn. O protagonismo recai sobre seus personagens transgêneros e sua exclusão fora e dentro do grupo ao qual pertencem. É uma via de mão dupla, onde o glamour, o fashion e o voguing vão de encontro à crescente epidemia de HIV e AIDS, aos movimentos de repulsa e o mundo da prostituição.

Representatividade LGBTQIA+ nas séries: cartaz de Pose

Sense8

Com mensagens “seja você mesmo” nos episódios da série, Sense8 reúne oito pessoas comuns, cheias de problemas, defeitos e qualidades, mas que de repente começam a “compartilhar um cérebro coletivo”. Batendo forte na tecla da igualdade de direitos, a série foca na diversidade de sexualidades, etnias, culturas e lugares. Mas, mais que isso, ela mostra o quão é importante pensar no próximo e respeitar as diferenças.

Representatividade LGBTQIA+ nas séries: elenco de Sense8

Bichas, o documentário

Ainda muito usado de maneira pejorativa, Bichas é um documentário dirigido por Marlon Parente e propõe justamente o contrário: que a palavra seja celebrada e colocada como um elogio. Construído a partir de depoimentos, o filme conta as experiências de homens gays relacionadas à sexualidade.

Representatividade LGBTQIA+ nas séries: cartaz de Bichas, o documentário

Juana Inés

Juana Inés de la Cruz foi uma freira mexicana e poetisa do século 17, que dedicou versos elogiosos e de amor para várias mulheres de seu convívio, como para Maria Luísa Manrique y Gonzaga, vice-rainha da Nova Espanha. Abalando as estruturas do México colonial “Juana Inés” conta a história de uma mulher que é considerada a primeira feminista da América e seus relacionamentos lésbicos em uma época de opressão.

Representatividade LGBTQIA+ nas séries: cartaz de Juana Inés

The Pearl of Africa

Após ter seu nome exposto em uma lista que “denunciava” homossexuais na primeira página do Red Paper, um dos principais tablóides do País, Cléopatra Kumbugu uma mulher trans, teve que fugir de Uganda. Forçada a viver durante um mês de portas fechadas para que não fosse presa, acabou perdendo contato com vários de seus familiares. Hoje Cleópatra mora no Quênia e luta pelo reconhecimento de seus direitos em seu país de origem. 

Foto de Cleopatra na série The Pearl of Africa

A secret Love

A Secret Love mostra o relacionamento secreto de 65 anos entre a estrela do beisebol Terry Donahue e sua companheira Pat Henschel. Mesmo sendo considerada uma pioneira e ícone feminista na década de 1940, Donahue teve que esconder a sua orientação sexual ao longo de quase 65 anos. Para seus familiares e colegas de trabalho elas eram simplesmente boas amigas. Aos 80 anos ambas decidiram “sair do armário” e vivem juntas até hoje. 

Representatividade LGBTQIA+ nas séries: foto do casal de mulheres, cuja história é contada na série A Secret Love

Vocês também poderá gostar dessa lista: 10 Documentários Feministas Para Maratonar Neste Final De Semana.

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