5 coisas inesperadas que aprendi no primeiro mês do bebê

5 coisas inesperadas que aprendi no primeiro mês do bebê

O Gael completou um mês na segunda, parece que o tempo voou! Faz só quatro semanas que estava tentando (quase) tudo para induzir o parto naturalmente, tão preocupada em evitar ser induzida que eu não parei muito para pensar na cara (nem no cabelo) do pequeno ser humaninho que estava vindo!

Num avanço rápido até hoje, está se tornando cada dia mais difícil imaginar um tempo em que ele não esteve aqui com a gente. Ele já mudou tanto e aos poucos vai perdendo a cara de recém nascido e se tornando um bebê de verdade! E como qualquer mãe de primeira viagem, estou aprendendo várias coisas, mas aqui vão:

As 5 coisas mais inesperadas que aprendi no primeiro mês do bebê (e meu primeiro como mãe): 

1. Sobre a primeira vez que o bebê dorme mais do que 4 horas:

Acordar sozinha com um susto e perceber que o bebê dormiu quase 5 horas pode provocar pânico e googles dos fortes…será que é para acordar para mamar ou deixar ele dormir? Infelizmente, depois que decidi deixar ele dormir, não deu para aproveitar e dormir, pois com tanta dúvida perdi o sono!

2. Sobre depender de outros para te passar coisas:

Nada podia ter me preparado para a sensação de impotência que é dar de mamar no sofá com seu celular e garrafa de água a 2 cm fora do seu alcance!

3. Sobre o primeiro sorriso “social”:

Nas primeiras semanas, aquele sorriso de gases é fofo sim, mas o primeiro sorriso de verdade é lindo, maravilhoso e assustador ao mesmo tempo!  Como o momento em House of Cards em que Claire vira e fala direto pra câmera e você percebe que o negócio é com você mesmo! 

5 coisas inesperadas que aprendi no primeiro mês do bebê

4. Sobre aprender a fazer tudo com uma mão só:

Tem dias que o bebê não dorme e só quer colo, e se quiser comer, tem que aprender a comer com uma mão só, e de preferência com colher! Digitar no notebook? Pode esquecer! O bloco de notas do celular está virando meu melhor amigo!

5. Sobre amamentar em público:

Existe ansiedade, blusas que funcionam, blusas que não funcionam, lugares adequados e lugares que te deixam sentindo inadequada. Mas no final das contas, você logo percebe que tudo isso é problema dos outros, e você pode e deve se sentir livre para alimentar o seu filho quando ele tiver com fome, independente de onde estiver, senão o patriarcado vence e quase não dá pra sair de casa!

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